segunda-feira, 31 de julho de 2017

paraty : uma beve história




há duas marcas importantes, na história do brasil, a respeito de paraty. duas datas.

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igreja nossa senhora dos remédios

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expedição portuguesa contra os índios guaianases, viventes na região da hoje paraty, empreendida por martim correa de sá

a vida da cidade, hoje, vive do turismo, de eventos como a flip e encontros gastronômicos

saber mais?

assista-me!


terça-feira, 25 de julho de 2017

o impossível carinho





                 O IMPOSSÍVEL CARINHO


         Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo
          Quero apenas contar-te a minha ternura
         Ah se em troca de tanta felicidade que me dás
         Eu te pudesse repor
          - Eu soubesse repor -
        No coração despedaçado
        As mais puras alegrias de tua infância!


Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho nasceu em 1886, Recife, dia 19 abril de 1886. Faleceu no Hospital Samaritano do Rio de Janeiro, em outubro de 1968.

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Manuel Bandeira é poeta que sabe estruturar seus temas. Seus temas são simples: recordações da infância, um amor irrealizável, a sombra de uma doença grave, um enterro que passa, uma linda tarde de despedidas, uma velha casa que vai abaixo e na qual se sofreu e se amou muito.
                                                                         Otto Maria Carpeaux

Manuel Bandeira chamou-se um dia “poeta menor”. Fez por certo uma injustiça a si próprio, mas deu, com essa notação crítica, mostras de reconhecer as origens psicológicas de sua arte : aquela atitude intimista (...) um lirismo confidencial, auto-irônico, talvez incapaz de empenhar-se num projeto histórico, (...). O esforço de romper com a dicção entre parnasiana e simbolista de Cinza das Horas foi plenamente logrado enquanto fez de Bandeira um dos melhores poetas do verso livre em português e, a partir de Ritmo Dissoluto, talvez o mais feliz incorporador de motivos e termos prosaicos à literatura brasileira.
                                                                                          Alfredo Bosi


De qualquer maneira, sabe-se que a poesia de Manuel Bandeira é de um lirismo bondoso. Mário de Andrade o chamou de São João Batista do Modernismo. Aquele do batismo. Que coisa. Devoto de simplicidade que extasia, o poeta brinca com a vida através de seu passado, através da forma quase coloquial de escrita em versos, com um sensualismo nada ingênuo e musicalidade. Com ironia e concisão. Predomínio do verso livre. A literatura de Manuel Bandeira é repleta de outras referências modernas; e temos nela um dos quatro pontos de sustentação da poesia brasileira do século XX, junto com Jorge de Lima, Carlos Drummond e mais alguém que bem poderia ser a Cecília Meireles, mas sei que não é.                              
                                                                                                      Carlos H. Carneiro

sexta-feira, 21 de julho de 2017

angra verde atlântico




agora, o passeio é em angra dos reis, aqui no continente, nada de ilha grande, mas um recanto com vista legal. entre no twitter, carneiro_liter, há um "ao vivo", de hoje, 21 de julho.
aqui, na praia vermelha.
preparando vídeo sobre literatura interdisciplinar e outro sobre o grupo de rock "angra".
já vi tartaruga na água esverdeada dos cariocas. espero encontrar alguma garrafa boiando com mapa de tesouro dentro, tem um monte de ilhas aqui, uma inclusive com água doce -- a do "sandri" --, bem destacada, na foto abaixo. e isso favorece a existência de pouso para corsários...quem diria achar um mapa intacto...

pois que vi no noticiário que exumaram o corpo do revolucionário e terno vanguardista dali, morto em 1989.
descobriram que seus bigodes estavam intactos. tem quem goste. tiraram o coração do santos dumont, do pedro primeiro, cabelos do napoleão.... e do rasputin... ah, esquece.

[meia sim, estava 18 graus, paciência]

terça-feira, 18 de julho de 2017

palácio de cristal




inaugurado em 1884, o palácio foi palco da assinatura da tal lei áurea, em maio de 1888. em abril, uma festa foi organizada para alforria de muitos escravos, na região. é petrópolis, chamada de "cidade imperial".
o palácio é de ferro fundido, uma encomenda à fundição de dom gastão, por acaso, genro de pedro segundo, conhecido, o gastão, como conde d'eu. ele, o sogro, a esposa isabel, estão em tumbas na catedral são pedro de alcântara.

saiba mais sobre a cidade!





domingo, 16 de julho de 2017

minhas férias




não é a primeira nem a segunda vez que passo pela serra carioca. hoje, em itaipava (petrópolis), me preparando para um novo vídeo sobre alguns monumentos da cidade, principalmente, o museu imperial.

férias escolares, mas a cabeça ferve de ideias.



sexta-feira, 14 de julho de 2017

campinas aniversário 243






junho, 2017. hoje é aniversário da cidade.
como dizem os clichês, "se fosse viva, comemoraria 243 anos" ... af... como é chato ler isso....
já até escrevi sobre esse chiste que é de um purismo que cansa a gente.
enfim, fundada por francisco de barreto leme, lá no século 18, a cidade protagonizou três momentos de significado mundial : é a terra da ponte preta, time mais antigo em atividade, no país, desde agosto de 1900. houve "o guarany", ópera do campinense carlos gomes, conhecida até longe do planeta, suspeito eu. agora, o terceiro item é fabuloso. o pastel do voga. bar na avenida anchieta, em frente ao colégio carlos gomes. o pastel é tão bom que cada a mordida paga-se um imposto. são poucas as opções de cerveja, mas se eles engarrafassem água da sarjeta, não ia fazer diferença, porque tudo fica bom com o pastel que oferecem. 
ia falar do "facca" bar; "nosso bar"; "bar do andré", mas melhor eleger um e pronto, meu troféu "rei da cidade" com o voga. acima disso, só mesmo a ponte preta.

aqui, uma homenagem que faço à cidade.




show em campinas!


quinta-feira, 13 de julho de 2017

curva da vitória




curva da vitória.
o título é mega clichê porque combina mal pressa e sucesso.
mas não tô nem aí

assisti algumas palestras do projeto "empreenda sem fronteiras" 2017 (bruno pinheiro & cia.) - - ver vídeo abaixo.

entrei no curso on line "hotmart academy" e estou realmente encantado. muitos "passo-a-passo" do que fazer com uma ideia sobre produtos digitais e aulas em vídeo.
a ideia é oferecer a professores um tanto do que aprendi a respeito de avaliação e conteúdos para aulas de literatura e produção de texto.
no canal, isso já acontece, mas de modo bem pessoal, com escolhas pessoais, através de aulas (resenhas) de vários livros da literatura brasileira, portuguesa, africana. além de propostas de redação etc. quero otimizar esse conteúdo e oferecer outros, como a criação de avaliações e aulas legais.
estou animado. daí a ideia deste post. quem sabe você também não se anima e procura produzir algo, via internet, para que outros consumam? do que gosta? culinária? maquiagem? treinamentos físicos? aulas de guitarra? ... vale tudo, via youtube, blogs etc.

aguardem! já já o blog aqui vai trazer mais conteúdos para ajudar a vida de professores e, de repente, de mais vestibulandos.



segunda-feira, 10 de julho de 2017

empreenda sem fronteiras 2017




estive, neste começo de julho, no mega evento "empreenda sem fronteiras" e gostei. gente como ryan deiss e washington olivetto fizeram parte dos palestrantes. a coisa toda se deu em são paulo, capital.

tema do curso: mercado digital. criar negócio on line, alavancar a produção e situações afins.
não existe mágica, neste tipo de campo e, diga-se, em lugar algum se faz mágica, a não ser no circo ou num show próprio para entretenimento. saber mais? valeu a pena.

quer mesmo saber mais ?
assista-me!



sexta-feira, 7 de julho de 2017

fernando pessoa [ ele-mesmo ] UFRGS - 2018




o eu-poético de fernando pessoa é interminável

poeta do século 20, único a estar à sombra de luís de camões

alguns de seus poemas da lavra do ortônimo - ele-mesmo - estão comentados aqui

assista-me !



quarta-feira, 5 de julho de 2017

a queda - michel laub - vestibular UFRGS 2018



em forma de diário, o narrador traça um perfil de três gerações : avô pai e filho, sendo que o narrador é este último.
rio grande do sul.
agruras do narrador desde a tragédia que ocorre quando ele está com treze anos de idade, na escola. um dos colegas, joão, sofre humilhações de toda ordem e, por fazer parte dos algozes, o narrador vai sofrer por décadas.

leitura encantadora. temas que permeiam a obra : tradição judaica, modernidade, holocausto, preconceito...

vale a pena

assista-me!